Nós ficamos tristes quando alguém morre(a menos que o defunto seja um inimigo/desafeto), mas será mesmo que a morte tem consequências tão negativas sobre a vida das pessoas? será que a morte em si não é uma benevolência da natureza para com o mundo? e que alterar a inexorábilidade desta lei dos seres vivos não pode acarretar danos que podem atingir proporções dramáticas?
Vejamos pelo lado econômico: existem 7 bilhões de pessoas no mundo, a maioria delas vive abaixo da linha da pobreza. Se pensarmos assim podemos concluir que, quanto mais a população aumentasse, maior seria a populção de miseráveis.Pois as classes médias e altas manteriam seus números praticamente congelados enquanto que a maior parte das pessoas não disporia de especialização o suficiente para arranjar um emprego.
Agora, uma breve visão da morte com relação ao espaço: Malthus(aquele infeliz) diz que as populações crescem em progressão geométrica e os alimentos em progressão aritmética. Isso se traduz a longo prazo por escassez de alimento e por conseguinte, altos índices de miserabilidade. Atualmente, a humanidade produz o dobro de grãos que precisaria para alimentar toda a população mundial tranquilamente. No entanto, muita gente chega a morrer de fome. Logo, se não conseguimos nem ao menos alimentar a população mundial com a quantidade de alimentos que produzimos, imagine se essa população aumentasse.
Fora a questão do espaço, afinal, onde diabos se enfiaria toda essa gente e onde iriamos semear os campos e criar a carne? A morte está ai pra servir como um eficiente controle populacional. nasce muito, morre muito; nasce pouco, morre pouco.
sábado, 10 de novembro de 2007
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Um comentário:
"Atualmente, a humanidade produz o dobro de grãos que precisaria para alimentar toda a população mundial tranquilamente. No entanto, muita gente chega a morrer de fome. Logo, se não conseguimos nem ao menos alimentar a população mundial com a quantidade de alimentos que produzimos, imagine se essa população aumentasse."
Supondo que o objetivo fosse diminuir a miséria: não seria melhor distribuir a riqueza em vez de bendizer a morte?
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