quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Ensaio sobre a morte, parte I

A morte, segundo a perspectiva científica é a total falta de atividade neural ou equivalente em seres que possuem massa encefálica. Também pode ser caracterizada pelo perecimento das células corporais de uma dada criatura. Mas não é o aspecto biológico que eu estou discutindo agora, não é minha melhor área do conhecimento e não quero me propor a lançar imporpérios sobre teorias com as quais concordo.
Segundo a maior parte das religiões, quando uma pessoa morre, ela autoaticamente vai se encontrar com a divindade a qual venerou em vida, ou sofrer um julgamento e sepunida por esta mesma divindade caso não tenha vivido da maneira como prega sua religião ou não tenha cultuado seu deus de maneira adequada.Por este aspecto(para os que crêem em vida pós-morte), a morte não tem nada de maligna, ao contrário tem aspecto benevolent, porque traz uma resposta depois de uma longa espera.
Ao analisarmos outros aspectos da morte segundo a cultura tradicional, também nos deparamos com um argumento causal muito interessante. A morte é neutra. Ela não escolhe entre negros e brancos, homens ou mulheres, jovens ou velhos ; ao contrário, ela busca todos e não há que consiga escpar dela. Não importa o quão rico ou pobre, ela leva a todos. Logo, pode-se considerar que a morte é neutral em seus aspectos primordiais por não dar tratamento especial a ninguém.Em suma, a morte é a única instituição pública que funciona pra todo mundo.
Por isso, é interessante analisar a fé das pessoas em suas crenças, já uqe, para uma pessoa religiosa a morte é a transição para uma fase melhor, logo, não existe motivo para lágrimas e gritos.
Na verdade, o choro é o medo de não encontrar nada, de não haver nada para onde ir depois, de ser realmente o fim.Senão, a morte sria motivo para felicidade.

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